5 Dicas para organizar suas finanças em um cenário instável

5 Dicas para organizar suas finanças em um cenário instável

 

O desafio imposto pelo coronavírus e todos os desdobramentos desta situação são uma oportunidade para discutirmos com mais profundidade o que você pode fazer para organizar melhor suas finanças. Agora.

O foco das dicas é ajudar você a repensar a forma com que vem tratando seu dinheiro e, principalmente, colocar em prática mudanças na maneira com que toma suas decisões e administra seu orçamento doméstico.

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1. Anote tudo que recebe e gasta

O primeiro passo fundamental para enfrentar esta situação delicada, principalmente sua renda pode cair ou até mesmo ser interrompida por algum tempo, é conhecer muito bem o próprio orçamento doméstico. Quanto você ganha? E quanto gasta? Sabe direitinho?

Sim, isso é algo simples e óbvio, que todos deveriam fazer. Mas como seres humanos que somos, muitas vezes esperamos uma situação assim ocorrer para agir na prática, não é mesmo? Então agora é a hora!

Conhecer o orçamento significa montar uma planilha ou usar um organizador digital como o que você encontra no App Grão e anotar absolutamente tudo que você recebe e como você gasta (categorizando em detalhes).

  • A partir de agora, quais serão as receitas do mês?
  • Quanto elas caíram de fato?
  • E quais serão as despesas?

Conheça todas as suas despesas fixas, como aluguel, água, luz, internet, plano de saúde, mensalidade escolar, prestações de financiamento, e etc. e anote todas aquelas que variam, mas costumam ocorrer todos os meses.

O que você tem por aí que pode ser vendido e transformado em dinheiro? Pense nisso. Há algum valor que possa ser sacado se for necessário? Há algo que você possa vender caso haja uma emergência? A moto? Talvez um carro? Itens que você não usa mais e que estão jogados em casa?

É necessário traçar um panorama financeiro de forma que você consiga enxergar exatamente para onde está indo o seu dinheiro e com quanto poderá contar e por quanto tempo. A partir daí virá o segundo passo, que é realizar substituições e trocas de gastos.

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2. Corte e/ou substitua gastos

O segundo passo a ser tomado depois de conhecer o seu fluxo de despesas e receitas é cortar e substituir gastos. Você precisa economizar para atravessar o período de maior turbulência sem comprometer ainda mais seu futuro de curto prazo.

Comece pelos gastos fixos. Eles são os mais complicados de se cortar, pois implicam coisas que normalmente usamos de forma frequente, mas é diferente cortar o valor de um aluguel (já que você precisa ter onde morar) e de uma TV a cabo por exemplo (que você pode ficar sem assistir um tempinho).

Pense nos gastos fixos que você pode cortar temporariamente ao menos para dar uma folga no orçamento agora que o bolso pede um respiro. E corte sem pensar duas vezes. Ah, e agora? Adapte-se, é temporário.

Depois dos gastos fixos, pense nos gastos variáveis. Se for preciso gastar menos, é fundamental mudar determinados hábitos. É claro, não é fácil deixar aquele café diário ou deixar de pedir aquele lanche gostoso, mas lembre-se que todos os cortes que você fizer agora o ajudarão a ganhar tempo e serenidade até que a crise vá embora.

E se não for possível cortar uma despesa, que tal substitui-la? Muitas vezes não fazemos comparações de preços porque não queremos gastar com tempo e o orçamento permite, mas nestas horas é bom dar uma parada e avaliar o que pode ser trocado.

Que tal avaliar as alternativas para gastar menos com a conta do telefone celular ou com a conta do plano de saúde, por exemplo? Ou trocar o pedido frequente no restaurante por um prato feito em casa?

Em muitos casos você vai ver que é possível. Sua missão agora é não se acomodar e pesquisar alternativas para todos os gastos possíveis.

3. Converse muito com a família

Algo importante de se fazer durante uma situação complicada como essa é chamar toda a família para conversar e abrir o jogo. Todos aqueles que vivem com você ou que serão afetados de alguma forma pela situação precisam saber das mudanças no orçamento.

Se você tem filhos ou cônjuge, por exemplo, é fundamental fazer com que entendam que, ao menos temporariamente, será necessário com que colaborem também para a redução de gastos e adequação do padrão de vida.

Muitas vezes a família não entende muito bem o que está ocorrendo e acha que pode manter alguns hábitos custosos e continuar com um padrão de vida que não cabe mais neste momento. É preciso que haja uma reestruturação geral e que todos os envolvidos aceitem e colaborem com isso.

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4. Separe uma reserva financeira

Se você for desligado do trabalho sem justa causa em decorrência dos desdobramentos deste momento, provavelmente irá receber algum valor relacionado à multa rescisória, férias vencidas, décimo terceiro salário proporcional e saque de FGTS.

Pode ser, inclusive, que você tenha direito a receber o seguro desemprego por alguns meses. Tudo isso ajuda muito a sobreviver nesta situação, porém, desde que esse dinheiro seja usado com inteligência.

É fundamental não gastar à toa o dinheiro que você receber. Lembre-se que não dá para saber quanto tempo terá de encarar sem emprego ou salário fixo este momento, portanto, use parte deste valor para formar uma reserva de emergência, a qual será essencial caso outras fontes de renda terminem e você não tenha mais de onde tirar dinheiro.

Se você não foi desligado, mas tem algum dinheiro, cuide dele muito bem. Guarde aqui na Grão, é seguro, tem rentabilidade maior que a da poupança e você não corre riscos. Se não tem, continue se esforçando para guardar o máximo possível. Se for preciso vender algo, venda.

5. Renegocie suas dívidas

Vale também renegociar eventuais dívidas, se for o caso. Alguns bancos estão oferecendo uma pausa de 60 dias nos financiamentos, basta ligar ou usar os terminais de autoatendimento e pedir. Você fica dois meses sem precisar pagar e estas parcelas são cobradas ao final do período.

Estas mesmas instituições estão anunciando linhas de crédito com juros mais baixos e possibilidade de troca de dívidas para pagamento de juros menores para ajudar neste momento conturbado. Entre em contato com seu banco e estude estas possibilidades.

Como as taxas de juros de qualquer empréstimo e cheque especial costumam ser bem altas, o ideal é tentar quitar e renegociar o quanto antes as mais altas para evitar ter dores de cabeça no futuro.

É importante também cortar o uso de cartões de crédito, cartões de loja e afins. Isso porque, quando você usa estas ferramentas de crédito, o pagamento fica sempre para depois e você acaba não sentindo na hora o peso financeiro da compra.

Se está recebendo uma quantia fixa todo mês, ainda que menor, pode não haver tanto problema, mas se não é o caso, é importante não fazer dívidas e nem jogar os pagamentos para o futuro sem perspectivas.

Organização e atenção são pontos-chave

Organize o orçamento, gaste menos, olhe com mais detalhes suas dívidas e problemas financeiros e passe o tempo de forma inteligente e produtiva, pois esta fase será temporária. Reavalie suas prioridades a partir da nova realidade financeira e ajuste seu padrão de vida.

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A abertura de conta na Grão é gratuita e simples, você vai fazer tudo pelo celular baixando nosso App. Vamos atravessar este momento juntos e fortalecer o hábito de guardar dinheiro.

Crédito da foto: Portal Pexel

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1 comentário

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    […] Leia também: 5 Dicas para organizar suas finanças em um cenário instável […]

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