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Pouco dinheiro: vale a pena guardar mesmo assim?

#reserva financeira por Equipe Grão - 20 de Maio de 2020 - tempo estimado de leitura:

Hoje em dia, muitos brasileiros ainda acreditam que para guardar dinheiro e juntar um bom patrimônio, é preciso começar com muito dinheiro e aprender sobre finanças pessoais e investimentos de forma mais detalhada. O começo não precisa de nada disso. Pouco dinheiro guardado é melhor que dinheiro desperdiçado.

Essa coisa de “preciso de muito para começar” ou “quando eu finalmente tiver um salário mais alto, vou guardar” acaba virando desculpa para seguir a vida sem criar o compromisso de guardar dinheiro. Ah, mas guardar pouco dinheiro? Sim!

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Guardar pouco dinheiro, tem certeza? Sim!

A grande sacada para valorizar sua capacidade de guardar dinheiro é aceitar que a vida não é uma corrida de 100 metros, mas uma maratona. Não se trata de ser o mais rápido, mas o mais consistente. Para isso, é importante que você aprenda a treinar (guardar). E que depois nunca pare de treinar (guarde todo mês).

O objetivo de criar uma rotina que envolva o hábito de guardar pouco dinheiro é estar pronto para repetir essa atitude quando as coisas melhorarem e seu nível de renda crescer. Quem nunca guardou, pouco ou muito, não vai guardar simplesmente porque passou a receber um salário maior.

A tentação é sempre elevar o padrão de vida, justificando a mudança com o conforto, a realização de alguns sonhos de consumo e por aí vai. Nada mais justo, mas se você nunca guardou dinheiro, não vai pensar nisso quando a realidade mudar. O ser humano é assim, precisa do hábito.

Talvez você pense que não faz sentido guardar pouco dinheiro porque o resultado não vai aparecer e você vai desanimar. Não é bem assim que as coisas são, porque os juros compostos são uma parte importante do processo.

Juros compostos? Sim! Juros compostos são os juros de um determinado período somados ao capital para o cálculo de novos juros nos períodos seguintes. Em outras palavras, mais rentabilidade porque cada aporte que você faz se soma aos aportes anteriores já atualizados pelos juros diários do seu porquinho digital.

Na prática, quanto mais vezes você guarda e quanto mais dinheiro você coloca, melhor. O dinheiro vai aumentando tanto porque você aporta mais, quanto porque os juros passam a incidir sobre totais maiores.

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Guardar pouco dinheiro: com o tempo, vira muito!

Suponha que você decide fazer um esforço grande e junta R$ 1.000,00 para guardar e deixar rendendo como parte de sua estratégia para o futuro. Vamos considerar que você quer deixar esse dinheiro rendendo por 20 anos, para o longo prazo mesmo. Na Grão, você terá R$ 1.910,00 depois destes 240 meses, sendo R$ 910,00 de juros. Seu dinheiro quase dobra.

Agora pense que você não tem os R$ 1.000,00 para começar a guardar, mas consegue separar R$ 50,00 todo mês e colocar no seu porquinho digital para render. Ao final dos mesmos 20 anos, você terá R$ 16.948,19, sendo R$ 12.050,00 que você guardou e R$ 4.898,19 de juros.

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Seja sincero: o que é mais fácil, juntar R$ 1.000,00 para começar a guardar a partir deste valor ou separar todo mês R$ 50,00 e colocar este montante pra render? Pois é, além de ser mais fácil separar os R$ 50,00, esta opção também oferece um retorno muito melhor no longo prazo. O hábito e os juros compostos fazem muita diferença.

Agora vamos imaginar que você consiga vender algumas coisas que não usa mais, de roupas a móveis e utensílios cuja ausência não será sentida. Com a venda, levantou R$ 1.000,00 além disso mantém o compromisso de guardar todo mês R$ 50,00. Será que a conta depois de 20 anos muda?

Começando com R$ 1.000,00 e guardando R$ 50,00 todo mês, depois de 20 anos você terá R$ 18.762,73, sendo R$ 13.000,00 que você guardou e R$ 5.762,73 de juros. Ficou melhor, mas na proporção do aporte inicial praticamente, certo? Será que dá para melhorar? Como?

Agora acompanhe outro pensamento: e se você começasse com os R$ 1.000,00 da venda dos itens que você não precisa e aumentasse para R$ 75,00 por mês o valor guardado no seu porquinho digital? De R$ 50,00 para R$ 75,00, todo mês, em um esforço para guardar mais.

Começando com R$ 1.000,00 e guardando R$ 75,00 por mês, depois de 20 anos você terá R$ 27.189,07, sendo R$ 19.000,00 que você guardou e R$ 8.189,07 de juros. Ficou bem interessante agora, não ficou?

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Guardar pouco dinheiro: o que vale é a frequência!

Os exemplos mostrados nos parágrafos acima são simples e bastante ilustrativos sobre o poder dos juros compostos. O componente mais importante para criar patrimônio é o tempo. E ao seu lado, a frequência com que você guarda.

É a disciplina de separar todo mês uma quantia e guardar esse dinheiro que vai fazer muito mais diferença no longo prazo, uma lição que é muito mais fácil de praticar do que ter muito dinheiro para começar. Quem pensa que precisa ter muito para aumentar seu patrimônio está errado!

De novo, o mais importante é quanto você guarda todo mês, ao lado de quanto esforço você consegue colocar para sempre aumentar sua reserva que está rendendo. Mas começar com pouco é melhor do que esperar juntar mais para só depois guardar, portanto não caia nessa armadilha.

A hora de guardar é agora! Já! Ah, você só tem R$ 10,00 para começar? Não importa! Guarde agora na Grão. Semana que vem você economiza outros R$ 5 e guarda de novo. E assim por diante. Agindo assim durante toda a sua vida, você vai conquistar seus objetivos. Sem dúvida!

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Guarde agora com a Grão!

A equipe da Grão está ao seu lado para ajudar você a entender como a força dos juros compostos pode fazer muita diferença na sua vida. E a lição é simples: guarde todo mês o valor que conseguir, pouco ou muito, não importa.

Todos os dias você vai encontrar dicas, sugestões, artigos, ferramentas e muita informação de qualidade em todos os nossos canais de mídia e redes sociais, então siga-nos no Instagram, Facebook e Youtube.

Comece agora mesmo a guardar o valor possível e vá, aos poucos, aumentando os aportes e economizando em outras coisas para conseguir juntar mais e melhor. Lembre-se que agora você também pode pagar e fazer recargas direto do App Grão.


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Imagem por Nattanan Kanchanaprat

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