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Golpes financeiros cada vez mais frequentes: como se proteger

#graoexplica por Equipe Grão - 12 de Junho de 2020 - tempo estimado de leitura:

Com a incerteza gerada a partir da situação de saúde vivida com a pandemia, bem como a partir do reflexo dos problemas financeiros de muitas famílias, explodiu o número de tentativas de golpes financeiros em 2020 no Brasil.

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Segundo dados publicados pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), houve um aumento de 44% nos golpes que usam nomes de bancos e instituições financeiras. Seu objetivo é roubar dados para, assim, movimentar dinheiro alheio.

A situação requer atenção redobrada, principalmente porque neste momento você pode estar fragilizado por conta da sua realidade financeira. Com o interesse de conseguir o auxílio emergencial do governo, muita gente acaba clicando em links suspeitos sem se dar conta.

Hoje vamos abordar os golpes financeiros de uma forma prática, explicando um pouco sobre como funcionam e o que você pode fazer para se proteger. Acompanhe.

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Golpes financeiros: o que são e como funcionam?

A principal maneira de tentar roubar suas informações pessoais e de acesso, como CPF, login, senha, entre outros, é induzi-lo ao erro através da engenharia social. Os criminosos tentam criar uma página falsa muito parecida com a original para, assim, enganar você no momento de digitar os dados. Ou simplesmente tentam obter os dados pedindo-os diretamente.

Este tipo de crime é conhecido pelo termo phishing, que significa justamente a tentativa de enganar as pessoas através de páginas falsas para obter seus dados. Repare que eles não estão tentando invadir o sistema de tecnologia do banco, mas obter os dados legítimos de seus clientes através de sistemas paralelos.

Não pense que só caem em golpes pessoas inocentes e despreparadas para o mundo digital, ou qualquer outra desculpa que você inventar. O nível de “profissionalismo” dos criminosos é assustar e os golpes financeiros são cada vez mais sofisticados e precisos.

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Uma vez que os fraudadores conseguem os dados confidenciais de suas vítimas, eles usam estas informações para movimentar dinheiro se passando pelas pessoas que foram enganadas, comprando online com o cartão de crédito por exemplo.

A forma mais frequente usada para tentar enganar e obter dados pessoais é através de links enviados por e-mail ou mesmo através das redes sociais, sempre associados a mensagens de alerta e imagens que remetem aos bancos verdadeiros.

Eles podem usar frases como “Seu cartão está em perigo, você precisa atualizar seus dados” ou ainda “promoção por tempo limitado, pague o que deve sem juros” e por aí vai. Junto com a mensagem, mandam um link para “atualizar” suas informações. Quem clica e digita, entrega os dados para os criminosos.

Não podemos nos esquecer do golpe semelhante realizado pelo telefone, muito comum e com uma eficácia ainda maior por conta do poder de convencimento dos criminosos – muitos deles ameaçam e fingem ter sequestrado parentes da vítima, por exemplo.

Quando não ameaçam, simplesmente fingem ser do call center do banco e pedem confirmação de muitas informações, mas não sem criar toda uma história para convencer você de que é seguro.

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Golpes financeiros: o que fazer para se proteger

O ingrediente principal para se proteger chama-se desconfiança. Via de regra, tire todas as dúvidas diretamente com a agência ou banco antes de clicar em alguma coisa que você recebeu, principalmente se for nas redes sociais.

Algumas outras dicas:

1. Atenção para a ganância

Querer sempre mais, mais rápido. A ganância parece algo justificável, mas costuma ser um dos principais motivadores para golpes financeiros. Com a esperança de enriquecer da noite para o dia ou de resolver nossas dívidas de uma hora para outra, ficamos vulneráveis. Os criminosos sabem disso. E aproveitam.

2. Cuidado com a confiança em excesso

Parece estranho ler isso, mas quem tem confiança demais acaba mais propenso a cair em golpes financeiros. A sensação de que nada vai acontecer com estas pessoas acaba tornando-as um pouco irresponsáveis. Lembre-se da importância da desconfiança, da calma para tomar uma decisão e da paciência para investigar tudo.

3. Se parece bom demais, é mesmo bom demais para ser verdade

“Suas dívidas zeradas em pouco tempo” ou “Ganhe dinheiro em casa, com apenas uma hora por dia” são dois exemplos muito comuns em golpes financeiros. A oferta geralmente traz uma promessa irresistível, tão boa que parece incrível demais para ser verdade. E é isso mesmo: mentira.

Atenção também para o outro lado da moeda: o pânico. Apelar para o momento de pandemia ou uma situação delicada envolvendo seu dia a dia podem alimentar o medo natural que você tem de a sua situação financeira piorar.

4. Não clique em nada

A navegação mais segura que existe na Internet hoje é aquela em que você não clica em oferta nenhuma, mas procura o que precisa e só compra se realmente tiver se planejado para tal. Isso também vale para serviços financeiros. Faça o que deve fazer seguindo um caminho conhecido, nada de experimentar “atalhos”. 

5. Não faça nada pelo telefone

Muitos criminosos vão tentar deixar você nervoso antes de pedir informações e dados pessoais. Isso serve para tirar você de seu estado racional. Se tudo parece muito confuso, corrido e em tom cada vez mais urgente, simplesmente desligue. 

A não ser que você tenha iniciado a ligação e confirmado que o atendimento é da instituição financeira, não tente realizar nenhuma operação pelo telefone. Simples assim. Ah, lembre-se também de que nenhuma empresa manda alguém buscar documento na sua casa.

6. Apps oficiais sempre

Lembre-se de só fazer download de aplicativos e conteúdos se for diretamente do site oficial das instituições. Confirme se o App é oficial caso procure-o na loja disponível em seu celular.

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